Betmarkets

The following blog post contains the news where we got featured in the newspaper ECO [content in Portuguese] following our presence at the WebSummit 2019. It’s a honour to be listed alongside some of the most distinguished startups in the fintech sector!

 

This is what has been said about Betmarkets. “Can you still recall how eToro works? It’s similar, but focused on sports betting. Betmarkets, a Portuguese startup, allows users from 50 different countries [and counting] to bet in the outcome of matches. But it has a twist. These bets will be copied from one of the 25 [26] professional bettors available in the platform. Using it does not have any upfront costs, but if the professional bettors make the users profit, they will be entitled to a share of the gains. If a given bet is not won, nothing will be paid to the professional bettor. It is still in its Beta version, so the profits cannot be withdrawn from the account [and no real money is involved] and they will be used for future bets.”

 

Below you can find the full transcription of the original piece of news [content in Portuguese]:

 

Investir, apostar ou vender. Sete fintech para ganhar dinheiro através do smartphone

 

Criptomoedas, crowdfunding imobiliário ou apostas desportivas. O ECO andou pelo Web Summit à procura de novas soluções que permitem investir e gerar retornos a partir do telemóvel.

 

Não, não se trata exclusivamente de criptomoedas (apesar de haver muitas) nem daqueles sites duvidosos em que se tem de assistir a publicidades sucessivas para receber alguns cêntimos. A ideia de fazer dinheiro online não é nova, mas está a tornar-se cada vez mais real. As fintech estão em força nos mercados financeiros, tornando os investimentos mais acessíveis e reduzindo os custos.

 

As empresas tecnológicas do setor financeira foram um dos grandes temas do Web Summit 2019. Tal como acontece em quase todos os setores, a digitalização da economia está a mudar a relação das pessoas com as suas finanças e a dos bancos com os seus clientes. Há cada vez mais serviços que podem fazer-se a partir do telemóvel ou do computador e proliferam os bancos e corretoras digitais.

 

Por um lado, os supervisores financeiros europeus têm alertado para os riscos e desafios de novas soluções que, nalguns casos, ainda não são reguladas, o que até já levou as fintech portuguesas a pedirem regulação específica. Por outro, as principais vantagens — maior conveniência, simplicidade e rapidez, a par de menores custos — desta tendência têm aumentado o interesse dos utilizadores portugueses.

 

Plataformas de negociação multi-ativos (com produtos para todos os gostos e perfis de risco), investimento em projetos de imobiliário ou clubes de futebol e até mesmo uma bolsa de valores para ténis. O ECO andou pela Web Summit à procura dos bancos e corretoras digitais com solução inovadoras disponíveis para os investidores em Portugal. Conheça-as aqui:

 

1. eToro

 

É uma fintech israelita, está presente em 140 países e tem 12 milhões de utilizadores. A eToro é uma plataforma digital de investimento multi-ativos, sendo que a principal característica é permitir “copiar” a estratégia de investimento de outros utilizadores e, mais recentemente, de portefólios de sucesso. Para atrair mais pessoas em Portugal, eliminou as comissões da negociação de ações e ETF (em outros ativos tem comissões que dependem do produto) e incluiu na carteira títulos de três cotadas do PSI-20: BCP, EDP e Jerónimo Martins.

 

2. Revolut

 

É mais conhecida pelos depósitos em várias divisas diferentes — tendo anunciado recentemente que vai começar a conceder crédito já em dezembro –, mas não é a única funcionalidade da Revolut. A app permite a compra e venda de ações, bem como de moedas digitais como bitcoin, Litecoin ou Ethereum. No casos das ações, são norte-americanas (o objetivo é alargar a títulos dos mercados europeu e britânico, tal como a ETF) e a negociação é gratuita. Já as criptomoedas, são 25 divisas diferentes, sendo que cobra uma comissão de 1,5% por cada transação. Caso o utilizador não tenha dinheiro na sua conta na Revolut, a aplicação é ainda capaz de converter qualquer criptomoeda, em dinheiro.

 

3. Bitwala

 

Apresenta-se como a primeira plataforma tudo em um. A alemã Bitwala combina uma conta bancária, com uma carteira digital de bitcoin e transações desta criptomoeda. É regulada pela autoridade financeira da Alemanha e a conta está, na prática, alojada num banco alemão. A vantagem é que depósitos até 100 mil euros estão protegidos pela garantia de depósitos no país e oferece ainda um cartão de débito Mastercard. É possível negociar 24 horas por dia e todos os dias da semana, sendo que até à transação de 15.000 euros em bitcoins, a comissão fixa é de 1%.

 

4. Profitus

 

Das criptomoedas, para ativos mais tradicionais, mas igualmente na moda. A Profitus é uma plataforma lituana de investimento em projetos de imobiliário, em que é possível colocar desde 50 euros. O investimento médio é, no entanto, de quase 10.000 euros. Todos os meses, os investidores recebem na sua conta os juros — a taxa média é de 10,86% — até ao projeto atingir a maturidade. Há uma comissão de 1,5% sobre todos os fundos (valor do investimento e dos juros).

 

5. Globatalent

 

Do mesmo género é a Globatalent, mas para o desporto. Há campanhas (que duram três a seis meses) relacionadas com atletas e clubes em que se pode investir, através da compra de tokens. Na prática, clubes e atletas cedem ao Globatalent uma percentagem das bilheteiras ou direitos televisivos (em antecipação) em troca deste financiamento que é distribuído pelos investidores. Os ganhos — pagos anualmente — têm por base as conquistas desportivas e há um simulador de rendimentos. Assim que a campanha termina é listada na “bolsa” da plataforma, onde pode ser vendida e antecipar o pagamento dos retornos. Um pormenor: tem o apoio do tenista português João Sousa.

 

6. Betmarkets

 

Ainda se lembra de como funciona a eToro? É semelhante, mas para apostas desportivas. A portuguesa Betmarkets, criada em 2017, permite a utilizadores em 50 países apostarem em resultados de jogos. Mas tem um pormenor. Podem-se “copiar” apostas de um dos 25 “especialistas”. Não tem custos fixos associados, mas se os “especialistas” derem ganhos, também recebem retornos. Se a aposta não for certeira, não se paga nada a quem se copiou. Mas cuidado: como ainda está em versão Beta, os ganhos ainda não podem ser retirados da conta e são usados para novas apostas.

 

7. StockX

 

Funciona como uma bolsa de valores, mas o que se transaciona são ténis ou carteiras de luxo. Na StockX há um único preço para um produto (mesmo que esteja a ser revendido por centenas de vendedores diferentes) e todos os produtos são autenticados. As comissões pagas variam entre os 9,5% e os 8% (baixando quanto maior o número de produtos do vendedor) e o envio fica a cargo também do vendedor. Se tem uma coleção em bom estado guardada no sótão a ganhar pó, a StockX pode ser uma hipótese. O risco é querer comprar em vez de vender.

Leave a Reply